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Intervenção do deputado João Vasconcelos na audição do Ministro Planeamento e Infraestruturas.

Intervenção do deputado João Vasconcelos na audição do Ministro do Ambiente, no âmbito do debate do OE 2017.

Resoluções Mesa NacionalResoluções Mesa Nacional

assembleia municipal

O Bloco de Esquerda viu aprovada a sua proposta de recomendação para a criação do Provedor Municipal. Esta proposta, levada a debate e deliberação na sessão da Assembleia Municipal de Loulé realizada a de 23 de fevereiro, mereceu uma aprovação por maioria, tendo registado 3 abstenções por parte do Partido Socialista (PS).

autarquicas 2017

O discurso de José Graça, que era o responsável financeiro da CML por delegação do presidente Seruca Emídio, pretende negar uma evidência que está devidamente documentada e criar a ilusão de ter legado contas equilibradas quando recorreu a um programa de financiamento como o PAEL, que se destinava exclusivamente a apoiar as Câmaras Municipais endividadas, assumindo um plano previsional de amortizações que obriga ao pagamento de juros no valor 540 454,38 €. Com a adesão a este programa a CML perdeu completamente a autonomia financeira ficando sujeita a condições inaceitáveis de forte restrição nas atividades municipais que levou a paralisia do município, com graves consequências nos serviços de limpeza, nos apoios sociais e nos serviços de transportes de crianças e idosos e na redução forçada de trabalhadores não pertencentes aos quadros municipais. Seria mais sério se assumisse as suas responsabilidades políticas e reconhecesse que a sua gestão “esteve acima das nossas possibilidades”, como dizia Passos Coelho para justificar o empobrecimento forçado do país e o roubo de salários e pensões.

Trabalho

O Bloco de Esquerda apresentou um projeto de resolução no sentido do Governo tomar as iniciativas necessárias à requalificação da linha férrea do Algarve.

autárquicas 2013

Face a algumas dúvidas, relativamente ao facto do Bloco de Esquerda se candidatar apenas à Assembleia Municipal de Loulé,  aproveitamos para o clarificar.

Nestas eleições, mais do que escolher caras mais ou menos simpáticas, o fundamental é conseguirmos a derrota da política de cortes generalizados, nas retribuições do trabalho, nas pensões e nos benefícios sociais, que nos tem sido imposta pelo governo PSD/CDS sob os ditames da troika.

autárquicas 2013

O Bloco de Esquerda  luta pela derrota da politica de cortes generalizados, nas retribuições do trabalho, nas pensões e nos benefícios sociais, que tem sido imposta pelo governo PSD/CDS. 

Opinião

Lamentável que tantos organizadores, apresentadores, comentadores, tudo tão inteligente, tão in e prá’frentex, tenham olimpicamente ignorado o colonialismo e os crimes israelitas, mesmo nas barbas dos assassinatos que, na fúria do momento, estão despudoradamente a cometer sobre as martirizadas populações aprisionadas na faixa de Gaza. O pacóvio deslumbramento de quem pensa que também é gente só porque, lá de longe em longe, os donos disto tudo lhe dão um ossinho a roer, para que eles possam continuar a abancar-se com o porco do dinheiro e do poder, também ajudou bem a esta cegueira indesculpável.

É necessário, investir mais na melhoria dos serviços públicos e na promoção de uma cultura politica virada para a cidadania.  Exigir a manutenção do sector da água no Estado. Criar condições para o envolvimento e auscultação das populações, técnicos e empresários no processo de revisão do PDM que se avizinha. Lutarmos, pela  descentralização administrativa de competências para as autarquias que não ponham em causa as obrigações sociais do Estado  e um tratamento igual para todos os cidadãos, independente do município onde vivam e pela criação de novos mecanismos para que as assembleias municipais sejam capazes de poder cumprir a sua função fiscalizadora da actividade municipal. E retomar o processo de discussão da reorganização das freguesias, consultando as populações, através do referendo local.

A causa palestiniana é uma das mais justificadas lutas de um povo, senão a mais baseada e de há mais tempo, no chamado “direito internacional”, mas que em contrapartida é a que menos se concretiza. Pelo contrário, é aquela que, paulatinamente, mais é destroçada e reprimida pelo estado colonizador, Israel, com a cumplicidade das potências que o sustentam (EUA em primeiro lugar) e a impotência ou o cinismo da restante “comunidade internacional”.