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Intervenção do deputado João Vasconcelos na audição do Ministro Planeamento e Infraestruturas.

Intervenção do deputado João Vasconcelos na audição do Ministro do Ambiente, no âmbito do debate do OE 2017.

Resoluções Mesa NacionalResoluções Mesa Nacional

assembleia municipal - recomendação

O Bloco apresentou a proposta de criação do Provedor do Munícipe, a Assembleia Municipal aprovou, e até hoje, passado mais de um ano, apesar das insistências do eleito pelo BE em posteriores Assembleias Municipais, o processo não sofreu qualquer evolução. 

assembleia municipal

A apreciação do Orçamento e Grandes Opções do Plano, não só nos deixa perplexos, como também extremamente preocupados.

assembleia municipal

Em Loulé, falta de rigor e realismo nas Opções do Plano e Orçamento para 2012.

O Bloco de Esquerda, na última Assembleia Municipal de Loulé, votou contra as Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2012, apresentados pelo executivo PSD.

CCC Loulé

O Bloco de Esquerda de Loulé promove a sua Assembleia de Aderentes no próximo sábado, em Alte, na Horta das Valinhas.

O Bloco de Esquerda promove um debate aberto, em todo o país, sobre os resultados das legislativas de 5 de junho e as tarefas que se impõem à esquerda portuguesa nestes tempos de crise. A plataforma esquerda.net dá espaço aberto a todas as opiniões livres que contribuem para a afirmação do Bloco de Esquerda e são material de leitura obrigatória. Camaradas e amigos do BE/Loulé têm escrito textos que reforçam esse pensamento crítico e livre, condições necessárias ao reforço da nossa força política no concelho.

A forma desastrosa e autoritária com que a Alemanha geriu a suspeição sobre os mecanismos de propagação da bactéria E. coli, através da produção hortícola dos parceiros europeus, tem hoje custos inaceitáveis para os produtores portugueses e, em particular, para os produtores algarvios de tomate, que estimam deitar para o lixo 400 toneladas de tomate, por incapacidade de vender, doar ou armazenar a produção.

A Comissão Coordenadora Concelhia de Loulé (CCC) reuniu ontem, tendo analisado os resultados eleitorais das legislativas e as perspetivas de trabalho político que se apresentam no concelho.

Dois dias depois das eleições legislativas, em que os acordos com a troika foram o tema mais discutido mas menos conhecido, o Ministério das Finanças finalmente publicou uma sistematização de todas as medidas acordadas com a UE e o FMI. O documento enuncia as 84 medidas, ordenadas pelos prazos estipulados para a sua conclusão. Teixeira dos Santos, ministro das Finanças em funções, disse que o objectivo é facilitar o cumprimento dos prazos definidos pela troika pelo próximo governo chefiado por Pedro Passos Coelho.

Opinião

Lamentável que tantos organizadores, apresentadores, comentadores, tudo tão inteligente, tão in e prá’frentex, tenham olimpicamente ignorado o colonialismo e os crimes israelitas, mesmo nas barbas dos assassinatos que, na fúria do momento, estão despudoradamente a cometer sobre as martirizadas populações aprisionadas na faixa de Gaza. O pacóvio deslumbramento de quem pensa que também é gente só porque, lá de longe em longe, os donos disto tudo lhe dão um ossinho a roer, para que eles possam continuar a abancar-se com o porco do dinheiro e do poder, também ajudou bem a esta cegueira indesculpável.

É necessário, investir mais na melhoria dos serviços públicos e na promoção de uma cultura politica virada para a cidadania.  Exigir a manutenção do sector da água no Estado. Criar condições para o envolvimento e auscultação das populações, técnicos e empresários no processo de revisão do PDM que se avizinha. Lutarmos, pela  descentralização administrativa de competências para as autarquias que não ponham em causa as obrigações sociais do Estado  e um tratamento igual para todos os cidadãos, independente do município onde vivam e pela criação de novos mecanismos para que as assembleias municipais sejam capazes de poder cumprir a sua função fiscalizadora da actividade municipal. E retomar o processo de discussão da reorganização das freguesias, consultando as populações, através do referendo local.

A causa palestiniana é uma das mais justificadas lutas de um povo, senão a mais baseada e de há mais tempo, no chamado “direito internacional”, mas que em contrapartida é a que menos se concretiza. Pelo contrário, é aquela que, paulatinamente, mais é destroçada e reprimida pelo estado colonizador, Israel, com a cumplicidade das potências que o sustentam (EUA em primeiro lugar) e a impotência ou o cinismo da restante “comunidade internacional”.