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Intervenção do deputado João Vasconcelos na audição do Ministro Planeamento e Infraestruturas.

Intervenção do deputado João Vasconcelos na audição do Ministro do Ambiente, no âmbito do debate do OE 2017.

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Nas eleições legislativas, realizadas neste domingo, o Bloco de Esquerda obteve 288.076 votos – 5,19%, e elegeu 8 deputados, tantos como tinha alcançado em 2005. Em 2009, o Bloco tinha conseguido 557.091 votos, 9,85% e 16 deputados. No Algarve o BE conseguiu 16.414 votos, 8,16% (a melhor votação nacional) e elegeu Cecília Honório.

Camaradas de Loulé, Quarteira e Faro participaram ontem numa ação de campanha na Festa da Espiga em Salir/Loulé.

Legislativas 2011

Numa altura em que se desenham várias tentativas de privatizar sectores chave da nossa economia como a saúde e a educação, a campanha do Bloco de Esquerda visitará o Centro de Saúde de Loulé, na próxima quarta, dia 25, pelas 10:00h, com encontro marcado para a entrada principal.

Legislativas 2011

Numa altura em que se desenham várias tentativas de privatizar sectores chave da nossa economia como a saúde e a educação, a campanha do Bloco de Esquerda visitará o Centro de Saúde de Loulé, na próxima quarta, dia 25, pelas 10:00h, com encontro marcado para a entrada principal.

Miguel Portas

 

O Bloco Loulé organiza uma Sessão Pública com o nosso eurodeputado Miguel Portas, para debater a Europa e os desafios que se colocam aos trabalhadores e cidadãos portugueses numa situação de crise social e económica sem precedentes.

 

Nuno Saraiva fez as ilustrações e a candidata bloquista por Faro apresenta o 5º episódio da série "Bê-á-bá" dos tempos de antena do Bloco de Esquerda para as eleições Legislativas de 2011.

 

Miguel Portas, eurodeputado do Bloco, explica como a crise da Grécia mostra a Portugal que é preciso renegociar a dívida.
Legislativas 2011

 

Num comício em Faro, Francisco Louçã anunciou que a primeira proposta do Bloco no parlamento eleito a 5 de Junho será de combate à precariedade.

Em carta enviada ao líder parlamentar do Bloco de Esquerda em 2008, com cópia para todos os líderes parlamentares, o atual ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, garantiu que nunca tinha sido "sócio ou acionista" da SLN, o que hoje se sabe ser uma flagrante mentira.

Em declaração de imprensa, o coordenador do Bloco de Esquerda, João Semedo exige a demissão de Rui Machete

Opinião

Lamentável que tantos organizadores, apresentadores, comentadores, tudo tão inteligente, tão in e prá’frentex, tenham olimpicamente ignorado o colonialismo e os crimes israelitas, mesmo nas barbas dos assassinatos que, na fúria do momento, estão despudoradamente a cometer sobre as martirizadas populações aprisionadas na faixa de Gaza. O pacóvio deslumbramento de quem pensa que também é gente só porque, lá de longe em longe, os donos disto tudo lhe dão um ossinho a roer, para que eles possam continuar a abancar-se com o porco do dinheiro e do poder, também ajudou bem a esta cegueira indesculpável.

É necessário, investir mais na melhoria dos serviços públicos e na promoção de uma cultura politica virada para a cidadania.  Exigir a manutenção do sector da água no Estado. Criar condições para o envolvimento e auscultação das populações, técnicos e empresários no processo de revisão do PDM que se avizinha. Lutarmos, pela  descentralização administrativa de competências para as autarquias que não ponham em causa as obrigações sociais do Estado  e um tratamento igual para todos os cidadãos, independente do município onde vivam e pela criação de novos mecanismos para que as assembleias municipais sejam capazes de poder cumprir a sua função fiscalizadora da actividade municipal. E retomar o processo de discussão da reorganização das freguesias, consultando as populações, através do referendo local.

A causa palestiniana é uma das mais justificadas lutas de um povo, senão a mais baseada e de há mais tempo, no chamado “direito internacional”, mas que em contrapartida é a que menos se concretiza. Pelo contrário, é aquela que, paulatinamente, mais é destroçada e reprimida pelo estado colonizador, Israel, com a cumplicidade das potências que o sustentam (EUA em primeiro lugar) e a impotência ou o cinismo da restante “comunidade internacional”.