Diversos técnicos têm alertado para as consequências da chuva e do vento, especialmente intensos este Inverno, na zona costeira algarvia, nomeadamente a libertação de grandes massas de rocha e terra, erosão e recuo acentuado das dunas. Segundo Sebastião Teixeira, geólogo da Administração da Região Hidrográfica do Algarve (ARHA), em 2010 o Algarve já teve «o dobro ou mesmo o triplo das derrocadas de um ano normal» num total de 25, sendo provável que o número aumente, uma vez que a monitorização ainda não se encontra finalizada.