Share |

Artigos

Junho 13, 2019 12:57 PM

Os deputados do Bloco de Esquerda João Vasconcelos e Luís Monteiro questionaram esta sexta-feira o Governo no sentido de saber se este está a acompanhar as intenções do Conselho de Administração da RTP de alienar as atuais instalações da Delegação da RTP-Algarve, e que avaliação faz desta possibilidade, caso a mesma venha a concretizar-se.

Os deputados do Bloco de Esquerda João Vasconcelos e Luís Monteiro questionaram esta sexta-feira o Governo no sentido de saber se este está a acompanhar as intenções do Conselho de Administração da RTP de alienar as atuais instalações da Delegação da RTP-Algarve, e que avaliação faz desta possibilidade, caso a mesma venha a concretizar-se.

 

De acordo com notícias vindas a público, o Conselho de Administração da RTP pretende alienar as atuais instalações da Delegação da RTP-Algarve  e terreno adjacente próprio e a relocalização da Delegação da RTP-Algarve para instalações da Universidade do Algarve, no Campus da Penha, em Faro.

 

Junho 7, 2019 10:39 AM

No Bloco de Esquerda entendemos que uma verdadeira emancipação LGBTI+ passa não só pelos vários direitos legais que já foram garantidos à comunidade, mas também por construir uma igualdade social plena, acabando com a cultura patriarcal, binária e heteronormativa que vigora na sociedade, desconstruindo a discriminação LGBTI+ sofrida pela comunidade nos espaços públicos e privados e garantindo uma plena inclusão nos locais de trabalho e nas várias instituições desde a saúde até à educação.

O Bloco de Esquerda congratula-se com a realização da 2ª Marcha LGBTI+ do Algarve e mais uma vez marcará presença nesta Marcha que tem como lema "com plena igualdade, cidadania humanidade e inclusão das pessoas LGBTI+!"

A história da Marcha LGBTI+ tem originem do final dos anos sessenta, em Nova Iorque, com os protestos por membros da comunidade LGBTI+ contra a invasão da polícia ao bar Stonewall, que era na altura o maior bar LGBTI+ dos Estados Unidos. Desde então que se comemora todos os anos em Nova Iorque estes protestos de Stonewall que representam um marco importante na luta pelos direitos e emancipação LGBTI+. Este movimento estendeu-se desde então por quase todo o mundo. Em Portugal a primeira Marcha foi realizada no dia 28 de Junho de 2000 em Lisboa e aqui no Algarve foi com muita alegria que o Bloco participou na primeira Marcha em 2018.

Junho 4, 2019 04:28 PM

O Bloco de Esquerda encontra-se no bom caminho no Algarve e em todo o país e o que importa é continuar a trabalhar, mais e melhor, em prol do bem-estar e de melhor qualidade de vida para as populações da região. Pela defesa e melhoria do SNS, da Escola Pública, por uma melhor mobilidade, pelo trabalho com direitos e o combate à precariedade, o combate pela descarbonização da economia e a resposta à emergência e às alterações climáticas, a luta contra a pobreza e a exclusão social, pelo direito à habitação para todos, pela justiça fiscal e pela diversificação e sustentabilidade económica.

A Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda/Algarve, ao analisar os resultados eleitorais na região, decorrentes das últimas eleições europeias, considera muito preocupante o nível de abstenção atingido no Algarve, 73,08%, mesmo superior à percentagem de abstenção a nível nacional (69,05%), o que se traduz em apenas 25,08% dos votos expressos nas forças políticas, considerando o total dos eleitores inscritos nos cadernos eleitorais.

Este nível record de abstenção, no Algarve e a nível nacional, podem justificar-se pelas políticas europeias contrárias aos interesses dos cidadãos, pela imposição de medidas austeritárias e repressivas e pelo parasitismo e corrupção que grassam nas instituições da UE. Diversas políticas governamentais, deste e de anteriores governos, subservientes aos ditames europeus e à finança corrupta também contribuem para agravar a abstenção.

Maio 31, 2019 10:53 AM

A votação do BE no Algarve é a 2ª mais alta do país (12,9%), logo a seguir a Coimbra (13,01%), o distrito da Marisa e do Pureza. Acho que merecemos uma medalha!

A votação do BE no Algarve é a 2ª mais alta do país (12,9%), logo a seguir a Coimbra (13,01%), o distrito da Marisa e do Pureza. Acho que merecemos uma medalha!

 

 

No Algarve, o PS tem uma vitória expressiva (34%). O PSD é o segundo com uma média de 17%. O BE fica em 3º lugar de modo claro com 12,9% a 4 pontos do PSD e a 5 da CDU (7,3%). Os concelhos de Portimão, Olhão e Lagos aproximam-se dos 15% e Faro tem 14%.

1 - Na votação do PSD destaco que:

Maio 30, 2019 03:52 PM

A mensagem do Bloco por uma Europa mais justa, das pessoas e para as pessoas (mais solidariedade, qualidade de vida, justiça social e paz), teve eco junto dos eleitores, apesar de infelizmente se continuarem a registar fortes índices de abstenção. A todos e todas que se identificaram com a postura e propósito da candidatura do BE, que reconheceram o trabalho árduo e competente e a necessidade da sua continuidade no combate contra as alterações climáticas, pela defesa dos serviços públicos, pela defesa do emprego com direitos e complementar denúncia das promiscuidades entre o poder político e as elites económico-financeiras (offshores, evasão fiscal, indústria do armamento, ideologia liberal da prepotência do mercado e da minimização do papel do Estado no desenvolvimento), o nosso OBRIGADO! Continuamos juntos a luta por uma sociedade mais igual e justa!!!

A mensagem do Bloco por uma Europa mais justa, das pessoas e para as pessoas (mais solidariedade, qualidade de vida, justiça social e paz), teve eco junto dos eleitores, apesar de infelizmente se continuarem a registar fortes índices de abstenção. A todos e todas que se identificaram com a postura e propósito da candidatura do BE, que reconheceram o trabalho árduo e competente e a necessidade da sua continuidade no combate contra as alterações climáticas, pela defesa dos serviços públicos, pela defesa do emprego com direitos e complementar denúncia das promiscuidades entre o poder político e as elites económico-financeiras (offshores, evasão fiscal, indústria do armamento, ideologia liberal da prepotência do mercado e da minimização do papel do Estado no desenvolvimento), o nosso OBRIGADO! Continuamos juntos a luta por uma sociedade mais igual e justa!!!

 

Maio 16, 2019 06:22 PM

Nesse debate é importante afirmar que, perante as chantagens e boicotes da UE, pode ser necessário pôr em causa a permanência na União, e que, para o caso de nos forçarem a saída, ela deve ser desde já estudada e prevista. Como serão os episódios concretos dessa disputa, não sabemos. Até pode acontecer que, no meio de todas as contradições e divergências que hoje grassam na UE, esta se desagregue por si. Mas o que sabemos de certeza, é que se assim for, isso não irá trazer melhorias para os povos, antes os confrontará com novos e maiores ataques austeritários, medidas antidemocráticas e militarismos agressivos.

A proximidade das eleições para o Parlamento Europeu e a leitura do Manifesto eleitoral do Bloco de Esquerda, assim como do “Manifesto por um novo internacionalismo para os povos europeus”, apresentado por um conjunto de activistas políticos e sociais de vários países da Europa, levaram-me a esta reflexão sobre os dilemas que a pertença à União Europeia vem colocando.

Qual é o sentido de se dizer que a UE e a zona euro são irreformáveis e, ao mesmo tempo, continuar no Parlamento Europeu e a elaborar programas de candidatura e propostas para nele defender e procurar a aprovação? Em vez de se defender pura e simplesmente, e desde já, a saída da Zona euro e da UE?

Julgo que esta aparente contradição tem justificações válidas:

Maio 15, 2019 06:21 PM

No passado dia 14 de Maio, num jantar-comício em Faro com mais de centena e meia de apoiantes, a cabeça-de-lista às Europeias, Marisa Matias, os também candidatos José Gusmão e Helga Viegas (representante do Algarve, advogada, ex-membro eleito pelo BE para a Junta de Freguesia de Olhão e actualmente deputada municipal não eleita mas já participante em sessões da AM em regime de substituição) e o deputado João Vasconcelos, reflectiram sobre o passado, presente e futuro da União Europeia, identificaram problemas e apresentaram como eixos fundamentais para a mudança - devolver a Europa às pessoas, num princípio de solidariedade, qualidade de vida e de justiça social - a defesa dos serviços públicos, o combate às alterações climáticas e a defesa do emprego com direitos (ver desenvolvimento no interior da notícia)

Após uma viagem de comboio até Beja (período da manhã), onde abordou desigualdades de tratamento do território e graves insuficiências de investimento público nas acessibilidades e na luta contra a “desertificação humana do interior”, e do encontro com bombeiros e população em Monchique (período da tarde), onde constatou a negligência das políticas de resposta às populações num contexto de calamidade pública devido à incidência de incêndios (política florestal, meios eficazes de prevenção e de combate, apoio às vítimas), Marisa Matias salientou a urgência de traçar um caminho de combate às alterações climáticas e de renunciar os planos previstos de investimento (Plano Juncker) que deixam as pessoas para trás.